Priscilla Caran Contarato
No campo da gestão e administração, a tomada de decisões eficazes e a solução de problemas complexos são aspectos essenciais para o sucesso de qualquer organização, incluindo aquelas no setor de saúde. Para apoiar esses processos, uma variedade de ferramentas de qualidade foi desenvolvida, cada uma com características específicas que ajudam a estruturar e guiar as análises e estratégias necessárias.
Essas ferramentas são fundamentais para identificar problemas, analisar causas e consequências, priorizar ações, e desenvolver soluções práticas e viáveis. Essas técnicas são utilizadas com a finalidade de definir, mensurar, analisar e propor soluções para os problemas que interferem no bom desempenho dos processos de trabalho. Elas permitem que equipes multidisciplinares trabalhem de forma colaborativa, trazendo diferentes perspectivas e conhecimentos para o processo de planejamento. Ao utilizar essas ferramentas, é possível não apenas solucionar problemas existentes, mas também antecipar desafios futuros e se preparar para eles de forma proativa.
Neste texto, exploraremos algumas das principais ferramentas de qualidade amplamente utilizadas em diversas áreas, com ênfase especial em sua aplicação no setor de saúde. Vamos abordar as seguintes ferramentas: Brainstorming (Chuva ou Tempestade de Ideias), Matriz GUT (de Prioridades), Árvore de Problemas, Diagrama de Causa e Efeito (Diagrama de Ishikawa ou Espinha de Peixe), Análise FOFA (SWOT), 5W2H e 3W1H.
Cada uma dessas ferramentas será descrita em termos de definição, objetivo, e descrição de como devem ser realizadas. Além disso, exemplos práticos serão fornecidos para ilustrar como essas ferramentas podem ser aplicadas especificamente em contextos de saúde, facilitando a compreensão de suas utilidades e benefícios.
A utilização estratégica dessas ferramentas permite uma análise aprofundada e estruturada, essencial para o desenvolvimento de políticas, programas e intervenções eficazes. Ao final desta apresentação, esperamos que você tenha uma compreensão clara de como essas ferramentas podem ser integradas na rotina de planejamento e gestão, melhorando a qualidade dos serviços prestados e contribuindo para o alcance de resultados positivos.
O brainstorming é uma técnica de geração de ideias em grupo, utilizada para explorar soluções criativas para um problema ou oportunidade. É um processo colaborativo onde
os participantes contribuem com o máximo de ideias possível, sem críticas ou julgamentos, para posteriormente selecionar as melhores propostas.
O objetivo do brainstorming é liberar o potencial criativo dos participantes, incentivando a apresentação de ideias originais e variadas. Ele busca ampliar o horizonte de soluções possíveis, permitindo a exploração de novas abordagens e a descoberta de ideias inovadoras. Pode ser utilizada para a identificação de problemas e para a coleta de dados sobre determinado programa ou serviço, bem como para a tomada de decisões.
Durante uma sessão de brainstorming, os participantes são incentivados a expressar suas ideias espontaneamente, sem se preocupar com a viabilidade ou qualidade das sugestões.
Um facilitador deve apresentar um tema para ser discutido na reunião, sem grandes explicações ou aprofundamentos. Exemplo: baixa cobertura vacinal.
O objetivo dessa técnica é fazer um levantamento rápido das ideias do grupo. A sessão deve durar no máximo 15 minutos e o tempo de fala de cada participante por intervenção deve ser curto. Os participantes devem expor uma ideia de cada vez, mas não se deve limitar o número de participações de cada um. A exposição de ideias deve continuar até que o grupo esgote as possibilidades.
As ideias são registradas, geralmente em um quadro ou folha de papel, para que todos possam ver. A fase de geração de ideias é seguida por uma análise e refinamento das sugestões, onde as ideias são avaliadas e podem ser agrupadas por temas específicos para facilitar o consolidado.
As ideias podem ser aplicadas em outras ferramentas de qualidade para sua resolução, como a matriz GUT, por exemplo.
Os trabalhadores de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) se reuniram para uma sessão de brainstorming com o objetivo de identificar áreas prioritárias e passíveis de melhoria na organização e prestação dos serviços de saúde, a partir de suas experiências e percepções práticas no dia a dia da unidade. Utilizaram o seguinte tema para a tempestade de ideias: “Que áreas da unidade considero prioritárias para melhorar o processo de trabalho e aumentar a qualidade do atendimento?”
Foram selecionadas as seguintes áreas:
A Matriz GUT é uma ferramenta de priorização utilizada para classificar problemas, ações ou projetos de acordo com três critérios principais: Gravidade, Urgência e Tendência. Essa matriz é especialmente útil em processos de tomada de decisão, ajudando a identificar quais questões devem ser tratadas primeiro para otimizar o uso de recursos e maximizar resultados.
O objetivo desta matriz é orientar a equipe ou organização a concentrar seus esforços onde são mais necessários, facilitando a gestão de problemas e a tomada de decisões críticas.
A Matriz GUT utiliza três elementos para classificar algum problema ou ação e, com isso, priorizá-lo. O termo GUT se refere a Gravidade, Urgência e Tendência, respectivamente, com a seguinte definição:
Refere-se ao impacto do problema ou da situação se nada for feito. É o momento de analisar o quão grave é (será) o problema ou ação para a empresa, processo ou pessoas.
Perguntas-chave: Qual a seriedade das consequências? Que danos isso pode causar à organização ou ao projeto?
Indica o tempo disponível para resolver o problema antes que ele cause um impacto significativo. Quanto mais urgente for, menor será o tempo disponível para trabalhar no problema ou ação.
Perguntas-chave: Com que rapidez esse problema precisa ser resolvido? Quanto tempo temos antes que ele cause danos irreversíveis?
Avalia o potencial de crescimento do problema ao longo do tempo, ou seja, a possibilidade de se agravar, caso nada seja feito.
Perguntas-chave: Este problema tende a piorar ou a se manter estável? Quais são as chances de ele crescer e se tornar mais difícil de resolver?
A Matriz GUT é uma ferramenta simples de utilizar quando comparada a outros métodos de priorização existentes. Pode ser utilizada em quaisquer situações nas quais é preciso tomar decisões que exigem uma análise mais cuidadosa de determinados cenários.
Para aplicar a Matriz GUT basta construir uma tabela listando os problemas ou situações que deseja considerar e avaliar a Gravidade, Urgência e Tendência.
Cada item é avaliado e pontuado com uma nota de 1 a 5 conforme parâmetros pré-definidos. Abaixo estão exemplos de parâmetros típicos usados para cada critério:
Os parâmetros para a atribuição de notas em cada aspecto de análise são definidos de acordo com a intensidade do impacto ou a necessidade de intervenção em relação ao problema ou situação avaliada e devem ser claros e bem definidos. Isso será fundamental na hora de decidir qual nota dar em cada um dos aspectos para um problema em análise. As notas geralmente variam de 1 a 5, onde 1 indica menor intensidade ou necessidade, e 5 indica maior intensidade ou necessidade.
Quadro 1 – Modelo de Matriz GUT
Fonte: Napoleão (s.d.)
Após a tabela confeccionada e os itens analisados por meio das notas, procede-se a multiplicação das pontuações.
Prioridade=G×U×T
Os problemas com as pontuações mais altas são considerados os mais críticos e, portanto, devem ser priorizados na ação.
Após o brainstorming realizado pela equipe foram levantados sete problemas e inseridos na planilha da Matriz GUT para sua priorização. Após os problemas foram analisadas e aplicadas notas de 1 a 5 para cada critério (G, U, T). As notas foram multiplicadas e chegou-se ao resultado.
Quadro 2 – Exemplo da Aplicação da Matriz
Fonte: Elaboração própria.
Nesse exemplo, o problema acolhimento e classificação de risco apresentou o maior valor, e, portanto, é considerado o mais crítico e deve ser abordado primeiro. O segundo com maior nota foi o problema do pré-natal. E assim sucessivamente conforme os valores apresentados.
Cabe ressaltar que esta ferramenta é apenas para priorizar os problemas, é um direcionamento “por onde começar”. Assim, após a priorização da lista de problemas, é necessário propor ações para resolvê-los.
A Árvore de Problemas é uma ferramenta de planejamento e análise que ajuda a identificar e visualizar as causas e efeitos de um problema central. É uma forma estruturada de mapear problemas complexos, mostrando as relações entre eles.
O objetivo da Árvore de Problemas é decompor um problema em suas causas e consequências, facilitando a compreensão de sua estrutura e complexidade. Isso ajuda na identificação de pontos de intervenção eficazes para resolver o problema.
A Árvore de Problemas é representada graficamente com três partes principais:
Cada elemento da árvore é descrito e conectado para mostrar como as causas contribuem para o problema central e como esse problema gera consequências.
Como realizar
A Árvore de Problemas é útil para profissionais de saúde, gestores e planejadores ao desenvolverem estratégias de intervenção. Ao compreender as causas profundas de um problema e suas ramificações, é possível priorizar ações que atacam as raízes do problema, promovendo soluções mais eficazes e sustentáveis.
Figura 1 – Modelo de Árvore Explicativa de Problemas.

Problema Central: Aumento dos casos de gravidez na Adolescência
Figura 2 – Exemplo de Realização da Árvore Explicativa de Problemas, com causas e consequências.

O diagrama de causa e efeito, também conhecido como diagrama de Ishikawa ou espinha de peixe, é uma ferramenta visual que identifica e organiza possíveis causas de um problema, permitindo uma análise detalhada de suas origens.
As causas do problema são representadas por meio de setas que se direcionam para o problema estudado. As causas mais complexas podem ser decompostas em causas secundárias, de forma a refletir concretamente a realidade do problema.
O principal objetivo deste diagrama é oferecer uma visão estruturada das causas de um problema específico, organizando-as em grupos que possuem alguma relação entre si. Além disso, o diagrama proporciona uma compreensão dos diferentes componentes de um processo, destacando sua sequência lógica e as inter-relações existentes (Campos, Pisco, Sarti, 2010).
Figura 3 – Modelo de Diagrama de Causa e Efeito.

O diagrama é estruturado com o problema principal selecionado e inserido na "cabeça" do peixe, enquanto as "espinhas" representam as categorias de causas. As causas devem ser levantadas por todos os integrantes do grupo (exemplo: por intermédio de uma tempestade de ideias). Essa lista de causas deve então ser agrupada em categorias e subcategorias, formando assim os grupos de causas, as causas primárias e as secundárias.
Sob cada categoria, são listadas causas mais específicas que contribuem para o problema. Esse método permite uma análise estruturada e abrangente das possíveis origens do problema.
Para garantir o sucesso na elaboração do diagrama de causa e efeito, é essencial considerar alguns pontos: envolver todas as partes interessadas em cada etapa do processo; evitar críticas às ideias e sugestões apresentadas; manter o diagrama claro e sem excesso de informações; explorar ao máximo as possíveis causas do problema; e promover uma postura de autocrítica e comprometimento da equipe na busca pela solução (Campos, Pisco, Sarti, 2010).
Ao estudar o problema “captação tardia e baixa cobertura de pré-natal”, a equipe de saúde formulou o seguinte diagrama de causa e efeito.
Figura 4 – Exemplo da aplicação do Diagrama de Causa e Efeito a partir do problema de Captação Tardia e baixa cobertura de pré-natal.

A análise FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças) é uma ferramenta de planejamento estratégico que avalia os fatores internos e externos que podem impactar uma organização ou projeto. É uma ferramenta muito simples e útil para a realização de análise de cenário ou ambiente interno e externo na qual uma equipe ou serviço de saúde está inserido.
Uma parte da análise FOFA foca no diagnóstico do ambiente interno da equipe ou serviço, identificando os pontos fortes e fracos que podem facilitar ou dificultar o alcance das metas propostas para o grupo de profissionais ou para a organização. Os pontos fortes devem ser fortemente destacados e aproveitados pela equipe, enquanto os pontos fracos precisam ser corrigidos ou, pelo menos, minimizados em seus efeitos. É importante ressaltar que essas forças internas, sejam positivas ou negativas, estão mais sob o controle dos profissionais, uma vez que refletem características do serviço ou dos processos de trabalho moldados pela própria atuação dos profissionais ou gestores. Assim, devem ser vistos como potencialmente modificáveis pela intervenção dos atores envolvidos no serviço (Campos, Pisco, Sarti, 2010).
Além disso, a análise FOFA também avalia o ambiente externo da equipe ou serviço, identificando as oportunidades e ameaças que surgem para a organização em um determinado contexto de tempo e espaço. Geralmente, esses fatores estão fora do controle direto dos profissionais, mas devem ser considerados para que estratégias possam ser desenvolvidas, aproveitando as oportunidades e mitigando as ameaças, seja no trabalho com a comunidade, famílias, usuários ou gestores.
A Análise FOFA tem como objetivos: obter uma visão abrangente do cenário interno (forças e fraquezas) e externo (oportunidades e ameaças) do serviço de saúde, destacar os pontos-chave para a gestão eficaz do serviço de saúde, e identificar as estratégias mais adequadas para integrar o serviço de saúde à comunidade.
A análise FOFA deve ser feita em grupo a fim de agregar as contribuições dos diversos profissionais do serviço, incluindo a gestão. A contribuição de todos deve ser estimulada. Deve ser organizada uma matriz de quatro quadrantes: forças e fraquezas (fatores internos) e oportunidades e ameaças (fatores externos). As forças e oportunidades são aspectos positivos, enquanto as fraquezas e ameaças representam desafios e riscos. A matriz ajuda na identificação de estratégias para maximizar as forças e oportunidades, enquanto mitiga as fraquezas e ameaças.
São os aspectos internos que o serviço de saúde faz bem. É como os talentos e habilidades dos profissionais de saúde que trabalham neste serviço. Devem fazer perguntas como:
Os pontos fracos são os aspectos internos que o serviço de saúde precisa melhorar. Pode ser problemas na distribuição de recursos, lacunas na comunicação na equipe ou até mesmo problemas na gestão de medicamentos.
As oportunidades são fatores externos que podem beneficiar o serviço de saúde. No contexto da gestão de um serviço de saúde, isso pode ser o aumento da resolutividade da unidade e diminuição da fila para compartilhamento do cuidado para outro ponto de atenção. Ou por exemplo, implementação de novas políticas de saúde em nível estadual ou municipal.
As ameaças são fatores externos que podem prejudicar o serviço de saúde. É como quando um surto de doença se espalha e afeta a capacidade de atendimento de um serviço. No contexto da gestão, ameaças podem incluir cortes no orçamento de saúde, mudanças na legislação que afetam o setor ou até mesmo a falta de profissionais de saúde qualificados devido a restrições orçamentárias.
Tabela 1 – Modelo de Matriz FOFA.
Fonte: Campos, Pisco, Sarti (2010).
Após concluir a matriz FOFA, a equipe deve realizar uma análise detalhada dos pontos identificados em cada quadrante, visando entender o contexto interno e externo em que a organização está inserida. Com base nessa análise, é fundamental desenvolver estratégias que permitam aproveitar ao máximo as oportunidades identificadas e minimizar as ameaças presentes no ambiente externo. Essas estratégias devem ser formuladas considerando os pontos fortes da equipe e do serviço, ao mesmo tempo em que se busca reduzir os impactos das fraquezas internas.
Uma Unidade Básica de Saúde (UBS) enfrenta desafios significativos no controle de hipertensão e diabetes entre os moradores, apesar de ter programas estruturados para acompanhamento dos pacientes. Assim utilizaram a Matriz FOFA para analisar o cenário e identificar estratégias para resolução do problema.
Tabela 2 – Exemplo da realização de Matriz FOFA a partir do problema de dificuldade no controle da hipertensão e diabetes.
Fonte: Elaboração própria.
A partir da análise realizada, a equipe formulou, entre outras, a seguinte estratégia:
Instituir a estratificação de risco na unidade de saúde, por meio da capacitação dos profissionais e sensibilização dos ACS para a busca ativa desses usuários.
O 5W2H é uma ferramenta de planejamento e controle que ajuda a definir e detalhar as ações necessárias para alcançar um objetivo específico, respondendo a sete perguntas destacadas no quadro
Quadro 3 – Elementos da Matriz 5W2H.
Fonte: Campos, Pisco, Sarti (2010).
O objetivo é fornecer uma estrutura clara e completa para a execução de tarefas, garantindo que todos os aspectos relevantes sejam considerados.
Entre os principais objetivos da técnica 5W2H, destacam-se:
Cada uma das sete perguntas do 5W2H é usada para detalhar o plano de ação. Isso inclui definir o que precisa ser feito, por que é necessário, onde ocorrerá, quando será feito, quem será responsável, como será realizado e quanto custará. Essa abordagem garante uma compreensão completa e compartilhada de todos os detalhes do projeto ou tarefa.
Quadro 4 – Exemplo de Elaboração da Matriz 5W2H.
Fonte: Elaboração própria.
A matriz 3W1H é uma ferramenta de planejamento utilizada para definir e organizar ações de forma clara e objetiva. É uma simplificação da Matriz 5W2H, que foca nas questões fundamentais para a execução de uma tarefa:
O objetivo da matriz 3W1H é organizar e planejar ações de forma clara e estruturada, facilitando a execução de tarefas e o alcance de metas. Com isso, ela promove uma melhor
coordenação entre os envolvidos, evita confusões, e garante que todos saibam exatamente o que é esperado, contribuindo para a eficácia dos projetos e processos.
O 3W1H responde a quatro perguntas essenciais para a organização e execução de uma tarefa. É uma ferramenta útil para situações em que a simplicidade e a rapidez são necessárias, ajudando a estabelecer um plano de ação básico e claro.
Aplicação da Matriz 3W1H para reduzir o tempo de espera dos pacientes na UBS.
Quadro 5 – Exemplo de Aplicação da Matriz 3W1H.
Fonte: Elaboração própria.
CAMPOS, Carlos Eduardo Aguilera; PISCO, Luis; SARTI, Thiago Dias. Introduzindo as ferramentas para a MCQ. In: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. A melhoria contínua da qualidade na atenção primária à saúde: conceitos, métodos e diretrizes. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. p. 76-129. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/MCQ_2010.pdf. Acesso em: 18 set. 2025.
LACERDA, Josimari Telino de; BOTELHO, Lúcio José; COLUSSI, Cláudia Flemming. Planejamento na Atenção Básica. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2016. Disponível em: https://ares.unasus.gov.br/acervo/html/ARES/7447/1/modulo4-Planejamento_Atencao_Basica-2016.pdf. Acesso em: 18 set. 2025.
NAPOLEÃO, B.M. Ferramentas da Qualidade. Matriz GUT (Matriz de Priorização). Disponível em: https://ferramentasdaqualidade.org/matriz-gut-matriz-de-priorizacao/. Acesso em: 25 jul. 2024.